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Mulher perde filho após ser recusada em 3 hospitais

Essa semana uma mulher dos 30 anos na 28a semana de gravidez percebendo os sinais iniciais que estava próxima ao momento do parto buscou os serviços de emergência na cidade de Kashiwa na província de Chiba, Japão, para levá-la ao hospital.

Foto da barriga de uma mulher grávida no Japão

Foto da barriga de uma mulher grávida no Japão

Após a conclusão das olimpíadas o governo Japonês resolveu levar a pandemia a "sério" mais uma vez. Foi decretado o estado de emergência em Tóquio e nas províncias vizinhas. Uma tentativa de frear o aumento explosivo das infecções que já se aproxima do número brasileiro de novos infectados por dia, o número mais recente mostra mais de 20 mil novos infectados no Japão inteiro.


O efeito imediato do aumento explosivo no número de infectados foi o colapso dos serviços de saúde. Com a lotação acelerada de todos os hospitais de Tóquio e proximidades. Nessa crise a solução do governo não foi estruturar hospitais de campanha mas sim pedir para os cidadãos usarem suas casas como leitos.


Voltando à gestante da parte inicial do texto. Por ter sido diagnosticada com covid 3 hospitais negaram serviço de atendimento apesar dos sinais de parto iminente. A gestante deu a luz na sua casa e acabou perdendo o bebê que morreu logo depois de nascer.


Essa tragédia ressalta a proximidade entre as administrações japonesa e brasileira da pandemia. Tomar medidas superficiais para fingir estar protegendo a população. Na verdade os ônibus, trens e metrôs continuam lotados em Tóquio e em São Paulo.

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